sábado, 24 de março de 2018

UM MÊS (IN)COMPLETO

UM MÊS (IN)COMPLETO
(Texto da contracapa)


Ao princípio foi a dúvida, a angústia do reencontro as perguntas: Valerá a pena?
Porquê agora? Que sentido tudo isto terá?
Depois foi a redescoberta, o sonho, a ilusão, os afectos.UM MÊS, onde tudo
pode acontecer.
Afinal passados quase 40 anos ainda tinham tanto para falar. Visões do mundo,
das coisas, da música ao cinema, da poesia à dança, da filosofia à política, essa
mesmo que tanto os separou.
Ele no passado escreveu cartas com 40 páginas. Agora é ela que as relembra, viveu
com elas todo este tempo, estudou-as, digamos que preparou este encontro, se
um dia ele acontecesse…
O mundo mudou e eles também.Mas, as ideias essas mantiveram-se firmes. Centradas
agora nas pessoas, sim o que importa são as pessoas, a imensa maioria e é
para essa esmagadora maioria que as coisas tem que ser feitas.
E o amor onde fica o amor? Bem como o humor? Fica ali, mesmo à nossa frente.
E, sim também é uma história de amor, afinal o amor é uma inerência à nossa
condição. Ingénuos ou um profundo jogo de aproximação, de recordação de
como eram e como teriam vivido alguns momentos.
Movimentado, intenso, apaixonado , sedutor e surpreendente ou talvez não.
Diferente ou imprevisto como a vida?
O final, claro que há sempre um final para tudo e este será tão diferente e
único? Mas não é a vida tão única?
Reencontro ou acerto de contas, connosco mesmo, com o que fomos, o que
vivemos, o que não vivemos e talvez um caminho que poderia ser diferente, mas
não foi!
Realidade ou ficção? Mistura das duas? Sonho, ilusão, desejo ou apenas emoção?
A resposta é simples ficção sobre a realidade e eu gosto tanto.
O autor

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